LUIZ ANTONIO "GATO" MARTINS

Dados pessoais

Nº Candidatura: 14

Nome Completo: LUIZ ANTONIO "GATO" MARTINS

Data de Nascimento: 30/04/1947

Lotação: APOSENTADO

Matrícula: 00039020

Inscrição: 000047740

Cargo: Analista de Desenvolvimento de Sistemas

Área de atuação: ADMINISTRATIVA

Telefone: (21) 2535-4894

Ramal:

Outro telefone: (21) 9872-29379

E-mail: lam.gato@hotmail.com

Outro e-mail: luizantoniogato.martins@gmail.com

Vaga pretendida: COF

Nº Candidatura: 14


Currículo

- Engenheiro de Telecomunicações (PUC-RJ/1970), com Pós-Graduação (lato sensu) em Desenvolvimento de Sistemas (PUC-Petropólis/1985) e Administração Pública (FGV-RJ/1998).
- Analista de Sistemas da IBM, de 1971 a 1976, e do SERPRO, de julho/1976 a agosto/2004, quando se aposentou e passou a atuar em consultoria em gestão, com ênfase no Modelo de Excelência na Gestão da FNQ – Fundação Nacional da Qualidade;
- Diretor de Benefícios do SERPROS (abril/2001 a outubro/2003).
- Conselheiro titular (eleito) do Conselho Deliberativo do SERPROS - CDE (junho/2005 a maio/2009; junho/2013 a maio/2015); e abril a setembro/2016;
- Certificado em Previdência Complementar, com ênfase em Administração, pelo ICSS – Instituto de Certificação dos Profissionais de Seguridade Social (março de 2015);
- Diretor-Presidente (2005 a 2011) e Membro do Conselho Deliberativo (2011 a 2017, sendo Presidente de 2011 a 2014) da ASPAS - Associação dos Participantes e Assistidos do Serpros;
- Avaliador do Prêmio SERPRO da Qualidade (1996 a 2000); Avaliador do Prêmio Nacional da Qualidade (2009 a 2016), do Prêmio Qualidade Rio (1999 a 2009) e do Prêmio de Qualidade do Espírito Santo (2004 a 2015);
- Membro do Conselho Diretor do CLUBE DE ENGENHARIA do Rio de Janeiro (1984 a 1987 e 2015 a 2018);
- Presidente do SINDPD/RJ (1989 a 1992); Secretário-Geral (1991 a 1993) e Diretor de Política Sindical (1993 a 1995) da FENADADOS; Primeiro Secretário (1991 a 1994) e coordenador nacional (1994 a 1997) das ações da CUT na área de qualidade e produtividade.
- Diretor Administrativo e Financeiro do DESEP (Departamento de Estudos Sócio- Econômicos e Políticos da CUT), de 1992 a 1994;
- Membro da Diretoria Sindical Nacional do DIEESE (Departamento Intersindical de Estudos Estatísticos Sociais e Econômicos), de 1997 a 2000;
- Membro, de 1995 a 2000, das Comissões Paritárias (SERPRO/FENADADOS) de Supervisão do Projeto de Transformação do SERPRO e de Produtividade.
- Diretor de Divulgação (1980 a 1982) e Vice-Presidente (1982 a 1984) da APPD/RJ (Associação dos Profissionais de Processamento de Dados do Estado do Rio de Janeiro);
- Presidente da antiga ASES (que representava os empregados da Administração Central), de maio a dezembro de 1984, quando houve a fusão com a ASSESSO (que representava os empregados da 7a. URO), nascendo a atual ASES-RJ.


Plataforma

RETOMAR A RECONSTRUÇÃO DO SERPROS DOS PARTICIPANTES

PROPOSTAS IMEDIATAS PARA MELHORIA DA ATUAÇÃO DO CONSELHO FISCAL

01 – Adotar no COF, postura rigorosa no controle e fiscalização das decisões de todas as áreas, incluindo, além dos procedimentos contábeis, das aplicações financeiras e da legalidade previdenciária, todas as decisões que afetam a governança corporativa do Serpros, zelando pela legalidade das decisões e pela transparência da gestão, procurando antecipar-se aos fatos.
02 - Criar Auditoria Interna, subordinada ao COF, para acompanhar tempestivamente as decisões de investimentos.
03 – Dotar o COF de um serviço permanente de consultoria e assessoramento técnico para auxiliar nas atividades de controle da entidade.

PROPOSTAS IMEDIATAS PARA O SERPROS QUE EXIGEM FORTE ATUAÇÃO DO CONSELHO FISCAL PARA A SUA IMPLEMENTAÇÃO

1 – Ingressar com ação judicial contra os responsáveis pelas aplicações irregulares de 2011 a 2015, punidos pela Previc por gestão temerária, de modo a buscar recuperar a maior parte possível das perdas ocorridas.
2 – Acompanhar as investigações do Ministério Público e da Polícia Federal dos indícios também de gestão fraudulenta nas aplicações irregulares de 2011 a 2015, bem como as futuras ações judiciais que serão impetradas pelo Ministério Público para recuperar parte das perdas ocorridas, se confirmada a gestão fraudulenta.
3 – Implementar ações para recuperar as perdas já contabilizadas nos investimentos de alto risco, e, se necessário, ações judiciais contra as empresas devedoras.
4 - Definir Política de Investimentos de médio e longo prazo para o PS II – CD (parte dos participantes ativos), de modo a obter, de forma sustentável e com o menor risco possível, rentabilidades superiores à meta atuarial, afastando a necessidade de os participantes serem obrigados a trabalhar mais tempo após a data prevista de aposentadoria.
6 - Definir Política de Investimentos conservadora para o PS I e para PS II – BD (parte dos benefícios de risco e dos participantes assistidos), preferencialmente aplicando em Títulos do Tesouro Nacional, blindando os planos contra eventuais déficits.
7 – Adotar medidas para aumentar a segurança de novos investimentos, com aprovação pelo CDE das aplicações de grande monta, e a utilização de consultorias especializadas para obter a rentabilidade projetada, com o menor risco possível.
8 – Cobrar do Serpro - principal responsável pela nomeação, pelo CDE, dos ex-diretores das administrações de 2011 a 2015 - a cobertura integral do aumento do déficit do PS I, das perdas nos saldos de contas dos participantes do PS II e da redução do superávit do PS II, decorrentes das perdas de investimentos realizados no período.
9 – Cobrar do Serpro a dívida referente à revisão do Serviço Passado do PS I, calculado em mais de R$ 100 milhões, criando condições para o cancelamento da contribuição adicional de 35% dos ativos e aposentados, implementada em 2008.
10 – Criar programa permanente de aconselhamento aos participantes do PS II que se desligarem do Patrocinador SERPRO quando do advento dos programas de incentivo (APA), demonstrando os riscos para a sua sobrevivência futura no caso de opção pelo resgate do saldo de contas, além das naturais dificuldades de autogestão destes recursos com o natural avanço do envelhecimento.
11 - Negociar com o SERPRO a alteração do Estatuto para que, a partir de 2018, a Diretoria Executiva seja nomeada da seguinte forma: Diretor Presidente indicado pelo SERPRO, por meio de lista tríplice; Diretor de Seguridade eleito pelos Participantes, Ativos e Assistidos; e Diretor de Investimentos contratado no mercado, em processo de seleção apoiado por consultoria especializada.
12- Revisar o Estatuto e demais normativos, assegurando o pleno exercício dos direitos e deveres dos conselheiros eleitos, assim como a transparência das contas e atos administrativos do SERPROS, incluindo as atas das reuniões do CDE e do COF e os investimentos realizados e o seu acompanhamento.